• Eu odeio os Estragos Fudidos da América como país, como política e com o que ele faz do mundo.

    Mas tem uma coisa que infelizmente eu amo na desgraça desse país, que é simplesmente o nome de cidades e bairros. Eu acho muito foda nomes que tem as palavras hills, creek, wood, ville, coast, county, hood, valley, river, lake, falls, bay, harbor, oak, saint, bluff, spring(s) etc.

    Já nome de lugares brasileiros eu acho feios, tudo cheio de vogal, nome de estados feios, nomes de cidades feios, maioria indígena, palavras muitas vezes com origem/significado incerto, que pro dicionário português n quer dizer nada, tem que consultar um índio pra saber o que é aquilo e às vezes nem ele sabe o porque foi colocado aquele nome. Desculpa, que eu realmente não gosto de nomes de lugares dados por indígenas.
    Eu odeio os Estragos Fudidos da América como país, como política e com o que ele faz do mundo. Mas tem uma coisa que infelizmente eu amo na desgraça desse país, que é simplesmente o nome de cidades e bairros. Eu acho muito foda nomes que tem as palavras hills, creek, wood, ville, coast, county, hood, valley, river, lake, falls, bay, harbor, oak, saint, bluff, spring(s) etc. Já nome de lugares brasileiros eu acho feios, tudo cheio de vogal, nome de estados feios, nomes de cidades feios, maioria indígena, palavras muitas vezes com origem/significado incerto, que pro dicionário português n quer dizer nada, tem que consultar um índio pra saber o que é aquilo e às vezes nem ele sabe o porque foi colocado aquele nome. Desculpa, que eu realmente não gosto de nomes de lugares dados por indígenas.
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  • Antigamente teve um quadro de videos no Mundo Canibal "Criança Vomitança", de videos hilarios de crianças vomitando

    Lost Internet Media
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  • OLÁ, MUNDO
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  • Adoro programas de culinária e viagem. É meu sonho rodar o mundo conhecendo a cultura e os sabores. Mas quero estudar bem os territórios antes de ir, pra viver com profundidade
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  • Bloqueei todo mundo que eu conhecia e não era daqui de casa do Duolingo. Não "quero" que ninguém lembre de mim.
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  • Eu só queria viver completamente offgrid, e que meu único trabalho fosse cuidar das hortas, das plantas, da colheita, estocagem e armazenamento das coisas, vivendo uma vida tranquila, pacata e longe dos problemas mundanos.

    Sempre me imaginei numa casa num terreno grande, um pouco mais afastado da cidade. A energia elétrica da casa seria abastecida via energia solar fotovoltaica, a água vinda de poço artesiano + chuva, com devidos filtros, a comida vindo das plantas e hortas verticais, internet vindo via satélite ou torres 4g/5g, saneamento básico seria na tentativa de fazer compostagem, reúso, buracos etc, e fim. Ganharia dinheiro com a internet e vendendo as sobras do que eu produzia. Desconexo das infraestrutura do governo.

    Eu facilmente me juntaria com uma galera pra pegar um terreno grande e fazer uma sociedade alternativa ou uma ecovila, todo mundo se ajudar pra construir um local de paz e tranquilidade.
    Eu só queria viver completamente offgrid, e que meu único trabalho fosse cuidar das hortas, das plantas, da colheita, estocagem e armazenamento das coisas, vivendo uma vida tranquila, pacata e longe dos problemas mundanos. Sempre me imaginei numa casa num terreno grande, um pouco mais afastado da cidade. A energia elétrica da casa seria abastecida via energia solar fotovoltaica, a água vinda de poço artesiano + chuva, com devidos filtros, a comida vindo das plantas e hortas verticais, internet vindo via satélite ou torres 4g/5g, saneamento básico seria na tentativa de fazer compostagem, reúso, buracos etc, e fim. Ganharia dinheiro com a internet e vendendo as sobras do que eu produzia. Desconexo das infraestrutura do governo. Eu facilmente me juntaria com uma galera pra pegar um terreno grande e fazer uma sociedade alternativa ou uma ecovila, todo mundo se ajudar pra construir um local de paz e tranquilidade.
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  • descobri um erro tosco de ortografia que sempre cometia e nunca chegava a perceber. agora tenho a impressão que todo mundo pensa que eu sou burro. vcs julgam quem escreve errado? ou só deixam passar?
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  • Preciso começar a aceitar que têm coisas que não sou nem nunca vou ser e tá tudo bem assim. Sempre fui uma pessoa que tentou agradar todo mundo, sempre tentei me encaixar, mas muitas vezes, tanto no passado como hoje em dia, acabo falhando. Isso gera uma frustração enorme em mim e que me deixa mal por dias (inclusive estou me recuperando da última), mas é coisa que não consigo evitar, vêm uns pensamentos de repente e quando percebo já estou mal. Porém isso pode ser evitado, ou pelo menos reduzido, se finalmente aceitar que sou limitado em certas coisas e que nunca as poderei mudar (ou talvez consiga mudar uma pequena parte delas)
    Preciso começar a aceitar que têm coisas que não sou nem nunca vou ser e tá tudo bem assim. Sempre fui uma pessoa que tentou agradar todo mundo, sempre tentei me encaixar, mas muitas vezes, tanto no passado como hoje em dia, acabo falhando. Isso gera uma frustração enorme em mim e que me deixa mal por dias (inclusive estou me recuperando da última), mas é coisa que não consigo evitar, vêm uns pensamentos de repente e quando percebo já estou mal. Porém isso pode ser evitado, ou pelo menos reduzido, se finalmente aceitar que sou limitado em certas coisas e que nunca as poderei mudar (ou talvez consiga mudar uma pequena parte delas)
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  • Estava vendo um blog sobre a minha antiga cidade, comparando fotos de antes e depois entre os lugares. Ocorre que o blog é de 2011, e as fotos do "depois" também já podem ser consideradas de "antes" a essa altura do campeonato. Dá uma sensação muito esquisita se dar conta de que aquele mundo em que vivi a adolescência só existe agora na forma de um blog que ninguém mais deve acessar.
    Estava vendo um blog sobre a minha antiga cidade, comparando fotos de antes e depois entre os lugares. Ocorre que o blog é de 2011, e as fotos do "depois" também já podem ser consideradas de "antes" a essa altura do campeonato. Dá uma sensação muito esquisita se dar conta de que aquele mundo em que vivi a adolescência só existe agora na forma de um blog que ninguém mais deve acessar.
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  • A coisa mais gostosa do mundo é um recessozinho hmmmm
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  • É inspirador ver iniciativas brasileiras como o Qweek surgindo e conquistando espaço. Em um país tão conectado, investir em tecnologia própria pode ser o caminho para fortalecer nossa identidade digital e garantir mais autonomia.

    Depender de infraestruturas digitais controladas por big-techs estrangeiras pode nos deixar vulneráveis — seja em serviços de e-mail, armazenamento de dados ou até em decisões judiciais internacionais, como vimos no caso do chefe do TPI (Karim Khan), que sofreu sanções e teve contas bloqueadas por plataformas globais.

    Ter alternativas nacionais, seguras e compatíveis com o mundo, pode nos proteger de riscos políticos e tecnológicos.

    Parabéns à equipe do Qweek pelo belo projeto — que ele seja só o começo!
    É inspirador ver iniciativas brasileiras como o Qweek surgindo e conquistando espaço. Em um país tão conectado, investir em tecnologia própria pode ser o caminho para fortalecer nossa identidade digital e garantir mais autonomia. Depender de infraestruturas digitais controladas por big-techs estrangeiras pode nos deixar vulneráveis — seja em serviços de e-mail, armazenamento de dados ou até em decisões judiciais internacionais, como vimos no caso do chefe do TPI (Karim Khan), que sofreu sanções e teve contas bloqueadas por plataformas globais. Ter alternativas nacionais, seguras e compatíveis com o mundo, pode nos proteger de riscos políticos e tecnológicos. Parabéns à equipe do Qweek pelo belo projeto — que ele seja só o começo!
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  • Estava jogando vôlei de areia e começou tocar uma versão pagode de "tempo perdido", do legião urbana, todo mundo começou a dançar. Depois, a gente se reuniu para gravar um boomerang falando "six-seven". Parecia tudo uma grande cena pós-crédito de alguma comédia brasileira de má qualidade.
    Estava jogando vôlei de areia e começou tocar uma versão pagode de "tempo perdido", do legião urbana, todo mundo começou a dançar. Depois, a gente se reuniu para gravar um boomerang falando "six-seven". Parecia tudo uma grande cena pós-crédito de alguma comédia brasileira de má qualidade.
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